quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

AS 10 OBRAS DE ARTE MAIS POLÊMICAS DA HISTÓRIA.


O jornal mexicano EL UNIVERSAL listou as dez obras de arte que considera como AS MAIS POLÊMICAS DA HISTÓRIA. Como quaisquer listas, sempre restritivas, a do veículo da terra do poeta OCTAVIO PAZ é questionável, mas pelo menos alguns dos quadros são mesmo controvertidos, provocam polêmicas e geram dezenas de livros e documentários, como é o caso das pinturas do italiano LEONARDO DA VINCI, talvez o maior gênio da história da arte.

Assim, vamos postar, e, paulatinamente, uma a uma, apresentar o comentário de sua escolha para essa lista de quadros que provocaram e ainda provoca polêmicas.

A ÚLTIMA CEIA, DE LEONARDO DA VINCI


LEONARDO DA VINCI (1452-1519) talvez seja o maior gênio da história da pintura — era (é), aliás, muito mais do que um pintor. A ÚLTIMA CEIA mostra o último encontro de Jesus com seus discípulos. EL UNIVERSAL afirma que o quadro se tornou legendário e muitos investigam seus detalhes com o objetivo de revelar algum segredo supostamente oculto pelo talento de Leonardo. Há livros e documentários sobre o assunto. Mas o verdadeiro segredo é a qualidade da pintura do artista italiano ao retratar um tema caro à civilização ocidental.

MONA LISA, DE LEONARDO DA VINCI



Pergunte a um leigo: qual é a pintura mais famosa de todos os tempos? Leigos e especialistas vão dizer: MONA LISA (ou Monalisa), do italiano LEONARDO DA VINCI. Por que é apontada como polêmica e controvertida pelo jornal EL UNIVERSAL? Porque permite várias interpretações e há livros e livros discutindo o assunto, do ponto de vista artístico e histórico. O jornal mexicano afirma que “supostamente contém mensagens secretas sobre a vida de Cristo”. A pintura de Leonardo permanece aberta, tantos anos depois de ter sido feita, o que atesta sua vitalidade artística. Trata-se de pintura, como GUERNICA, icônica.

GUERNICA, DE PABLO PICASSO.



Pintado em 1937, GUERNICA, do espanhol PABLO PICASSO, diz respeito ao bombardeio da cidade de Guernica durante a GUERRA CIVIL ESPANHOLA (1936-1939). “Sua interpretação é objeto de controvérsia”, nota EL UNIVERSAL. Há “livros e livros” explicando seus detalhes. É um dos quadros mais conhecidos do SÉCULO 20. Costuma-se dizer que é icônico. E, claro, é a arte como denúncia.

O JUÍZO FINAL, DE MICHELANGELO.


O italiano MICHELANGELO (1475-1564) era um gênio da pintura. E, como gênio, um rebelde, mesmo num tempo de forte dominância da Igreja Católica. A pintura O JUÍZO FINAL está na parede do altar da CAPELA SISTINA. Trata-se de uma pintura religiosa? Por certo, sim. Mas há um quê de laico, por exemplo. na nudez. “As figuras nuas e com aparência torturada foram motivo de disputa entre o cardeal Carafa e Michelangelo, diz EL UNIVERSAL.

A MORTE DE MARAT, DE JACQUES-LOUIS DAVID.



O quadro A MORTE DE MARAT, do francês JACQUES-LOUIS DAVID (1748-1825), consagrou-se por retratar a morte (em 1793) de JEAN-PAUL MARAT, líder revolucionário da França. EL UNIVERSAL diz que “foi uma obra polêmica durante a Revolução Francesa”, a revolução que, como Saturno, devorou seus próprios filhos, no dizer do dramaturgo alemão GEORG BÜCHNER. O quadro foi pintado em 1793, em cima da hora. Jacques-Louis foi amigo do jacobino Robespierre e de Napoleão Bonaparte.


A PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA, DE SALVADOR DALÍ.


A pintura do espanhol SALVADOR DALÍ (1904-1989) permanece ativa em dezenas de obras pelo mundo afora, porém nem sempre os artistas reconhecem (ou podem reconhecer) a angústia da influência. O quadro “A persistência da memória” tem “diversos significados e, portanto, existem várias maneiras de abordá-lo”. Trata-se, segundo EL UNIVERSAL, da “obra mais polêmica do artista mais controverso do mundo da arte”.

SATURNO DEVORANDO UM FILHO, DE FRANCISCO DE GOYA.


SATURNO DEVORANDO UM FILHO, do pintor espanhol FRANCISCO DE GOYA (1746-1828), é um dos mais famosos quadros da história da arte. A pintura mostra, com toda a crueza possível, CHRONOS ou SATURNO devorando um de seus filhos” com Rea. Trata-se de um recém-nascido. O deus mitológico temia que um de seus filhos o destronasse. EL UNIVERSAL avalia a obra como intensa e controversa. Na era do politicamente correto, se Goya não fosse Goya, o quadro poderia até ser pichado”.

O JARDIM DAS DELÍCIAS, DE HIERONYMUS BOSCH.



O JARDIM DAS DELÍCIAS, do pintor e gravador holandês HIERONYMUS BOSCH (1450-1516), teria influenciado o surrealismo. EL UNIVERSALassinala que a “pintura contém uma grande quantidade de símbolos sobre os quais são oferecidas várias interpretações. É considerada uma das obras mais misteriosas e fascinantes da história da arte”.

A ORIGEM DO MUNDO, DE GUSTAVE COUBERT.


A ORIGEM DO MUNDO, do francês GUSTAVE COUBERT (1819-1877), permanece como um dos quadros mais polêmicos e chocantes da história da arte. EL UNIVERSAL diz que se trata de obra atrevida e de uma crueza rara ao expor o sexo feminino. O quadro foi pintado a pedido do diplomata turco otomano KHALIL-BEY, que colecionava imagens eróticas. Pintado em 1866, chegou a ser adquirido pelo psicanalista francês JACQUES LACAN. A família doou-o ao ESTADO FRANCÊS. O quadro, de um realismo surpreendente, ainda choca o moralismo.

MADAME X, DE JOHN SINGER SARGENT.


JOHN SINGER SARGENT, nascido na ITÁLIA (1856-1925) e filho de pais norte-americanos, consagrou-se como pintor de retratos, paisagens e aquarelas. MADAME X é um retrato de VIRGINE AVEGNO AMÉLIE GAUTREAU, uma adúltera francesa do SÉCULO 19, relata EL UNIVERSAL. Ao pintá-la, John Singer Sargent provocou polêmica na EUROPA. A obra está no MUSEU METROPOLITANO DE ARTE DE MANHATTAN.


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