SOBRE MIM - “NOSSAS PALAVRAS” – “NOSSAS RAZÕES”


AMIGO(A).

Vi a sua mensagem deixando o "E-MAIL", o qual, já foi adicionado ao meu "MESSENGER" PESSOAL (imbiara@htmail.como), e, profissional (apoiojurídicowilcosil@hotmail.com); porém, gostaria de lhe pedir que repensasse essa sua decisão e permanecesse aqui entre nós, sempre é simpático ter um ser humano com a expressão da face que transmite muita confiança, como uma amiga, ainda que virtual. A INTERNET é uma das coisas mais extraordinárias que já vimos, tanto é que: dividimos nossa vida pessoal e profissional, antes, e, depois dela, principalmente no uso profissional. Quanto ao NÍVEL PESSOAL a única coisa que sabemos e podemos afirmar com segurança é que se formos e ficarmos a fundo nisso aqui: lá se vai a nossa vida social e familiar; por que só queremos dedicar e ficar horas navegando pelas REDES SOCIAIS.

Ocorre que juntamente com amigos “internautas” daqui do BRASIL, e, de outros países, nos últimos meses estamos trabalhando para realizar o "FINUSE - FIRST INTERNATIONAL MEETING OF THE SOCIAL NETWORK USERS" (1º Encontro Internacional do Usuário de Rede Social), o qual, se tudo correr como previsto deverá acontecer no período de  10 A 15 DE DEZEMBRO DE 2012, na cidade de ARAXÁ, MINAS GERAIS, donde nasci, e, também moro (embora se divida nossa residência com a cidade de Belo Horizonte), e, trabalhamos como advogado. Nossa cidade tem toda a infraestrutura para receber um evento desse porte.

A distância temporal para a abertura desse evento é porque sua organização esta a nos exigir uma logística muito grande; e, às vezes, quando deparamos ou vivenciamos uma situação quando procurávamos por um resultado, outro pode ocorrer. Assim, embora haja planejamento em nosso trabalho, tudo se torna imprevisível; e, até mesmo porque, dado a fórmula e a maneira coloquial com que planejamos nosso trabalho, e, contando, ainda, com o que mais sutil em tudo: A INTERAÇÃO HUMANA. Talvez ela seja o maior responsável por correições ou adaptações necessárias; mas, não podemos deixar de fazer o que há de ser feito, por uma questão de princípios de se chegar à alma daquele que queremos mobilizar pela e para participação no FINUSE.

Ocorre que acreditamos muito naquilo, em termos de relacionamentos, que seja fruto do contato humano e que chega ao nosso coração. Para isso, em determinados momentos de nossos contatos, necessitamos que haja a presença física, a troca de impressões, e, nisso há a necessidade do contato pessoal; já que, sem isso tudo deixa as relações em estado bastante inseguro e instável. Além do que, nos sabemos, que nem tudo ocorre como sonhado ou esperado. Portanto, com os amigos que estão se somando nisso, iremos pessoalmente às UNIVERSIDADES, de sala em sala, ou, de outra maneira que for recomendável pela direção dessas (isso porque o anfitrião deve decidir como deve ser a nossa entrada/recepção).

Ora, particularmente, nunca gostamos de gente que ao chegar à nossa casa, pela primeira vez, vai logo dizendo qual é o jeito, e, a melhor maneira da posição adequada de se acomodar o mobiliário (claro, digo isso no sentido figurado). Acontece sempre, embora haja muitas pessoas que procurem ignorar ou fingir, acerca desse item perdido, como parte da falta de memória de um comportamento sociável, seja sempre o habitual por muitos. Há momentos que o nosso comportamento é medido por um sutil detalhe, que dependendo da ocasião ou opinião de cada um pode ser chamado de ETIQUETA, e, ou, EDUCAÇÃO, embora A PRIMEIRA nem sempre seja sinal de frescura; que o diga Maria Helena Matarazzo, jornalista que escreveu um livro chamado: ETIQUETA SEM FRESCURA.

Plausível lembrar que quando há o impedimento de um contato ou acesso humano de forma ou maneira injusta: sabemos também romper correntes. Portanto, somos razoáveis e educados, porém, não nos tomem por idiotas ou despreparados. Além das UNIVERSIDADES, embora achássemos que deveríamos era atingir o maior numero de jovens para envolver nesse evento, pois, o futuro a eles pertencem. Portanto, devem saber como planejar isso melhor, seja nas questões de ordens: sociais ou políticas; passando pela ÉTICA, e, ainda, à proteção do MEIO AMBIENTE, e, tantos outros itens que podem ser pautados à debate para um ENCONTRO dessa envergadura. Claro que iremos às ONGs, órgãos de classes; representantes do PODER LEGISLATIVO; à direção das empresas virtuais que detém o controle das ditas REDES SOCIAIS, entidades que atuam pelos DIREITOS HUMANOS e da PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE; etc.

Como vê será há um grande e árduo trabalho. No passado, tivemos em menor escala, a oportunidade em nossa vida pessoal, social, profissional, e, acima de tudo no exercício da chamada cidadania, em organizar um EVENTO dessa espécie, porém, em nível de nosso ESTADO, quando aconteceu, aqui em minha cidade, ARAXÁ, o VI CONGRESSO ESTADUAL DOS ADVOGADOS MINEIROS, OU, DO ESTADO DE MINAS GERAIS, promovido pela OAB/MG, e, embora muito da organização dependesse mais da direção da entidade em BELO HORIZONTE, e, como éramos os anfitriões, e, ocupava o cargo de Presidente da 33ª Subseção da OAB/MG, e, os eventos anteriores tinham pouca participação, e, havíamos organizado uma pauta a ser discutida muito grande. Por exemplo: àquela época não existia nem mesmo uma TABELA DE HONORÁRIOS, com orientação de valor mínimo ou referencial para cobrarmos pelos nossos serviços jurídicos, coisa que foi objeto de debate e aprovação com recomendação ao CONSELHO ESTADUAL da entidade, o qual, posteriormente, tratou disso entre outras inúmeras outras providências ali debatidas.

Assim, fui ao encontro dos colegas nas cidades de MINAS GERAIS, onde, havia Subseções da OAB/MG, e, em reuniões articuladas, no final da tarde depois de ter passado o dia nos escritórios desse, convidando-os. Ali vinha a apresentação, discussões, sugestões, etc. Estivemos, também, de sala em sala de aulas, em todas as FACULDADES DE DIREITO existente em MINAS GERAIS à época, pois, não acredito em nada que alije a juventude, principalmente, àqueles que deverão nos suceder naquilo que efetivamente temos como função ou missão. Foi extenuante, mas de um grande aproveitamento, pois, o EVENTO, que ocorreu em suas performances passadas, sequer ocorria com a presença de cerca de duas centenas de pessoas.

Isso, não obstante, nos comuns momentos festivos de um EVENTO: seja o coquetel de abertura; à recepção de alguns convidados ilustres; e, dos festejos de encerramento (por exemplo, a realização de um baile/pelo menos, para isso, há amplos salões no GRANDE HOTEL aqui em Araxá), àqueles que chamamos de integrantes ou participantes festivos, ou seja, o pessoal de sempre presente nas situações de “oba, oba”, como sói acontece em muitas coisas ou momentos da vida, sempre são os primeiros a chegar, dando uma impressão de quantidade e mobilização, a qual, não corresponde nunca à realidade.

Para comprovar o resultado de nossa mobilização, necessitávamos disso, realmente, daqueles que estiveram presentes, inscritos; e, isso nós mesmo fizemos questão de registrar, pois, à época a INTERNET, nem era para todos, e, computação era coisa muito elitizada, mas, equipamos e informatizamos a recepção que controlava isso no GRANDE HOTEL DO BARREIRO, em THERMAS DE ARAXÁ. Tivemos um público estável e inscrito, com participação direta, 1.136 (hum mil e cento e trinta seis) pessoas; público flutuante, como ouvinte, palestristas, convidados, etc., foram quase duas mil pessoas. Isso foi um grande elixir capaz de amenizar todo o cansaço daqueles envolvidos naquilo tudo. Grandes debates e decisões ali foram tomados.


Tudo que você fizer na vida em termos de promoção, donde passei tempos viajando. Agora, ir pelo país, e, depois, sair dele e num roteiro que nem ainda foi organizado plenamente: AMÉRICA LATINA; AMÉRICA DO NORTE; CARIBE; ÁFRICA; ÁSIA, OCEANIA; e, dentro do possível, num percurso que continuaria indo pela parte asiática da RÚSSIA, gostaríamos de chegar até a sua parte ocidental; para depois, de passar por alguns países do antigo bloco socialista; o próximo destino seria onde realmente, as ditas REDES SOCIAIS, estão efetivando o seu mais perfeito trabalho de utilização, ou seja, levando àqueles povos um pouco daquilo, que mesmo com suas falhas, graças a muita coisa, conquistamos: DEMOCRACIA. Alguns lugares na ÁFRICA, na ÁSIA, e, no ORIENTE MÉDIO considero-os mais delicados. Já viajamos antes por esses lugares; e, além de tudo lemos muito e acompanhamos o que e acontece e esta a ocorrer naquela parte de nosso mundo. Porém, espero que consigamos fazer um trabalho de contato e divulgação no interesse da fraternidade humana, levando a mensagem de que os USUÁRIOS: podem e devem participar, decidindo também o que é razoável, bom, ou, prático para as ditas REDES SOCIAIS; norteando tudo com aquilo que lutamos por toda a nossa vida: EXPRESSÃO DE LIBERDADE, bem como, qual será o papel disso para o futuro humano (?), evitando que todo o controle disso seja somente EMPRESARIAL ou ESTATAL; ou seja, daqueles que detém a estrutura material e financeira dos instrumentos e tecnologias das REDES, e, até mesmo do ESTADO que não poderia cercear, sem justificados motivos, através de repressão, ou, até mesmo lançando mão de leis draconianas, a funcionalidade e fluidez do que circula pelas REDES SOCIAIS. Acreditamos que todos nós: os USUÁRIOS; as EMPRESAS VIRTUAIS, bem como, também, àqueles que constituem o CORPO TÉCNICO e do CONHECIMENTO CIENTIFICO disso, sejam de SOFTWARE ou HARDWARE, além de GOVERNOS, todos ganharíamos muito com tudo isso.

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