sábado, 16 de abril de 2016

DA LITERATURA À HISTÓRIA, LEGIÃO DE TRAIDORES PRENUNCIOU NOSSAS VERSÕES INFAMES.

Vivemos em tempos de TRAIÇÃO MEDIADA, onde os meios de comunicação são utilizados como instrumento político. A própria MÍDIA, que gosta de se apresentar como defensora da democracia, aparece como Judas central dessa história. A traição move montanhas de democracia. De fato, o BRASIL não é para amadores – e a capacidade de traição é vista como condição para esse profissionalismo de empresários e políticos. Este país que assiste a um “bolão do impeachment” e a uma romaria à casa do traidor já teve dezenas de outros personagens infames.



MICHEL TEMER faz parte de uma tradição – palavra que tem a mesma origem latina de traição – de personagens melífluos e ardilosos. Ainda que sem a mesma capacidade de fingimento que a literatura ou o cinema costumam atribuir aos conspiradores. Seu esboço inacabado de sorriso dificilmente convidaria a uma confiança absoluta. Mas foi colocado lá, na vice-presidência, num sistema político onde o exercício da traição já foi assimilado como linguagem, entre tapinhas nas costas e vazamentos para jornalistas que julgam estar dando furos na mesma medida em que participam da trama.


Por Alceu Luís Castilho (@alceucastilho)

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